PILOTO DE CAÇA ISRAELENSE REVELA ENCONTRO COM UFO A 300 METROS DE SEU F-15
Veterano da Força Aérea de Israel, com cerca de 25 mil horas de voo, rompe o silêncio sobre um misterioso objeto metálico avistado em 1998. Sem asas, propulsão aparente ou registro nos radares, o fenômeno permanece sem explicação quase três décadas depois
Um experiente piloto de caça da Força Aérea Israelense decidiu revelar publicamente um episódio que o acompanha há quase três décadas. Em 1998, durante um exercício militar próximo à base aérea de Tel Nof, Dror Gorlik afirma ter observado um misterioso objeto metálico que passou a aproximadamente 300 ou 400 metros de seu F-15.
Ex-comandante de dois esquadrões, com quase 22 anos de serviço militar e outros 27 anos como piloto comercial da El Al, Gorlik acumula aproximadamente 25 mil horas de voo. Seu relato foi apresentado em entrevista ao canal Anomaly, conduzido por seu filho, Ben Gorlik.

O depoimento chama atenção não apenas pela experiência do aviador, mas pelas características incomuns do objeto, que, segundo ele, não se parecia com nenhuma aeronave ou equipamento conhecido.
O encontro que marcou sua carreira
O incidente aconteceu em um dia claro de verão, por volta do meio-dia. Gorlik retornava de uma missão de treinamento quando percebeu uma intensa luz amarela próxima ao solo. Inicialmente, imaginou tratar-se do reflexo de outra aeronave.
Entretanto, à medida que o objeto se aproximava, percebeu que estava diante de algo completamente diferente.



“Quando passou pelo meu lado esquerdo, vi um corpo aéreo que não consigo explicar até hoje. Um corpo metálico com a forma do que eu chamaria de cogumelo ou muffin“, relatou.
Segundo sua descrição, o objeto era prateado, apresentava uma cúpula superior, base plana e estruturas curvas na parte inferior. Um anel de luzes amarelas circundava sua estrutura. Não havia asas, rastros ou qualquer sistema visível de propulsão.
“Nunca vi nada parecido. Nem antes, nem depois“, afirmou.
O mistério que nem os radares conseguiram esclarecer
Um dos aspectos mais intrigantes do episódio foi a reação do próprio piloto. Apesar de comandar um F-15, aeronave desenvolvida para interceptações aéreas, Gorlik não tentou perseguir o objeto.
“Até hoje não sei explicar por que não acionei o pós-combustor e tentei alcançá-lo. Simplesmente continuei em linha reta“, admitiu.
O encontro afetou profundamente sua concentração durante o pouso. Segundo ele, a experiência foi mais perturbadora do que situações de combate, incluindo uma ocasião em que sua aeronave foi atingida por um míssil.
Após aterrissar, relatou o episódio aos demais tripulantes. O piloto da aeronave que seguia à frente afirmou não ter visto nada, mas seu navegador confirmou ter observado uma forte luz amarela passando sob a asa.
Gorlik também consultou a torre de controle e a unidade de radar, mas nenhuma delas identificou o objeto. Os sistemas de bordo de seu F-15 tampouco registraram qualquer sinal.
Por que não existem imagens?
Embora o caça estivesse equipado com uma câmera, o sistema não realizava gravações contínuas. As imagens eram registradas mediante acionamento do piloto ou automaticamente durante a fase final do pouso.
Como o encontro aconteceu antes da descida do trem de pouso, nenhuma gravação foi produzida.
Sem imagens ou registros de radar conhecidos, o episódio permanece sustentado principalmente pelo testemunho do piloto e pela observação parcial relatada pelo navegador da outra aeronave.
Quase 30 anos de silêncio
Durante muitos anos, Gorlik compartilhou sua experiência apenas com alguns colegas. O receio de exposição pública e o estigma associado aos relatos de UFOs contribuíram para sua discrição.
Entretanto, o crescimento do debate internacional sobre Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs), especialmente após as revelações envolvendo investigações do Pentágono, o incentivou a tornar sua história pública.
O veterano afirmou reconhecer semelhanças entre o objeto observado em 1998 e algumas imagens de fenômenos aéreos divulgadas posteriormente.

Ele também revelou que outros pilotos militares, ao ouvirem sua experiência, frequentemente compartilham relatos semelhantes.
Um testemunho que desafia explicações
Ao final da entrevista, Gorlik destacou que não busca reconhecimento ou publicidade. Seu objetivo, segundo ele, é simplesmente compartilhar uma experiência que jamais conseguiu compreender.
“Gostaria de poder explicar melhor. Não consigo. Mas sei que não consigo explicar“, declarou.
O veterano ressaltou que sua especialidade profissional sempre foi identificar aeronaves e objetos no espaço aéreo, muitas vezes em condições extremamente difíceis.
“E foi precisamente ali que me deparei com algo que não consigo explicar.”
O caso de Tel Nof não constitui prova de tecnologia extraterrestre, mas apresenta um relato de interesse para a investigação ufológica: um piloto militar experiente descrevendo um objeto cuja natureza permanece desconhecida, acompanhado de uma observação parcial de outro tripulante.
Quase três décadas depois, a pergunta continua sem resposta: o que realmente cruzou o céu de Israel naquele dia de 1998?
Fonte: SMBTech

