CONGRESSO PODERÁ OUVIR TESTEMUNHOS SOBRE UMA UFO “NAVE-MÃE” QUE LIBERAVA “ESFERAS ALARANJADAS”
O congressista norte-americano Eric Burlison avalia depoimentos de integrantes da inteligência americana após relatos de um encontro entre um helicóptero e esferas luminosas alaranjadas
O congressista americano Eric Burlison revelou que integrantes da comunidade de inteligência dos Estados Unidos poderão prestar depoimentos ao Congresso sobre um suposto encontro com um enorme UFO, descrito como uma nave-mãe, que teria liberado numerosas esferas luminosas alaranjadas nas proximidades de uma instalação militar secreta na costa oeste americana, no final de 2025.

Segundo a reportagem, o episódio foi registrado em um documento do FBI divulgado em maio pelo governo Trump. Um oficial de inteligência relatou ter observado luzes próximas a um helicóptero e objetos que aparentemente passaram a perseguir caças militares. O episódio teria deixado os observadores praticamente sem palavras.
Testemunhas de UFOs enfrentam questões sobre a divulgação de informações
Burlison informou que uma das possíveis testemunhas é um funcionário de carreira do Escritório do Diretor de Inteligência Nacional dos Estados Unidos (ODNI).
Entretanto, o parlamentar reconheceu que a exposição pública de profissionais de inteligência poderia comprometer informações relacionadas a outras atividades sigilosas.
Algumas testemunhas já participaram de reuniões reservadas com congressistas, mas ainda não entregaram todas as gravações relacionadas ao incidente. Burlison considera a possibilidade de depoimentos públicos, embora nenhuma data de audiência tenha sido anunciada.
Detalhes do suposto encontro com UFOs
O episódio teria ocorrido no final de 2025, durante uma missão militar. A reportagem não identifica a base envolvida nem o oficial responsável pelo relato.
Segundo o documento atribuído ao FBI, duas grandes esferas luminosas apareceram nas proximidades de um helicóptero. Os objetos apresentavam coloração alaranjada, centros brancos ou amarelados e emitiam luz em várias direções.
Além dessas duas esferas maiores, inúmeras outras, de dimensões reduzidas, teriam surgido e se movimentado em diferentes direções. Uma delas, descrita como oval e com tonalidades alaranjadas, brancas e amarelas, aparentemente dividiu-se em duas partes.
Caças militares foram mobilizados para identificar os objetos, mas não conseguiram determinar sua natureza. Conforme o testemunho, as esferas teriam posteriormente começado a perseguir as aeronaves.

A reportagem ressalta que essas informações correspondem às observações relatadas pelo oficial. Não existem, no material apresentado, elementos suficientes para estabelecer a origem dos objetos, confirmar a existência de uma nave-mãe ou demonstrar qualquer ligação extraterrestre.
Declarações anteriores de Burlison sobre imagens de UFOs
Em abril, Eric Burlison já havia comentado publicamente sobre gravações sigilosas de fenômenos aéreos não identificados.
O congressista afirmou ter assistido a vídeos de objetos cujo comportamento não conseguia explicar. Segundo ele, nem mesmo os responsáveis pelas filmagens sabiam identificar aquilo que haviam registrado.

Burlison descreveu objetos luminosos semelhantes a esferas de plasma, aparentemente capazes de permanecer imóveis e, em determinados momentos, deslocar-se em velocidades extraordinárias.
O parlamentar também manifestou dúvidas sobre a capacidade da própria comunidade de inteligência americana de explicar esses fenômenos.
A reportagem recorda ainda a audiência congressional de setembro de 2025, durante a qual Burlison apresentou uma gravação envolvendo drones MQ-9 Reaper e um objeto esférico não identificado.

Nas imagens descritas, um dos drones acompanhava o objeto enquanto outro disparava um míssil Hellfire em sua direção. Apesar de aparentemente sofrer algum dano, o objeto teria continuado seu deslocamento.
O episódio permanece entre os casos que alimentam o debate americano sobre transparência governamental, acesso a registros militares e proteção de testemunhas relacionadas aos fenômenos anômalos não identificados.
Fonte: IBTimes

