APÓS AVISTAMENTOS DE UFOS, RELÓGIO DE AGENTE AVANÇOU 25 MINUTOS
UFOS vermelhos teriam ficado próximos ao solo e, durante o avistamento, o relógio de uma das testemunhas adiantou
De acordo com o documento FD-302 do FBI, divulgado no 5º Lote pelo Pentágono, o depoimento registrado pelo FBI, a testemunha principal possuía experiência profissional relevante, embora os detalhes de sua função atual e dos empregos anteriores estejam censurados. O documento também deixa claro que ela tinha mais de 25 anos de experiência utilizando dispositivos ópticos de visão noturna (NODs).
Em determinada noite de 2026, a testemunha e outra pessoa deixaram um local por volta das 19h45, dirigindo-se para uma região cuja identificação foi ocultada. Chovia e havia uma cobertura significativa de nuvens.
Aproximadamente 30 minutos depois, entre 20h00 e 20h30, eles perceberam duas luzes não identificadas no céu. Decidiram parar o veículo à margem da estrada e sair para observá-las melhor.
A olho nu, a testemunha descreveu as luzes como tendo formato semelhante a um “traço” ou pequeno travessão (“dash-shaped”), apresentando uma coloração vermelha opaca. Elas se deslocavam acompanhando aproximadamente a linha das montanhas situadas a oeste dos observadores.

Quando examinadas através dos equipamentos de visão noturna, entretanto, a aparência mudava. As luzes pareciam circulares ou semelhantes a orbes, apresentando ao redor o halo característico produzido pelos NODs quando apontados para uma fonte luminosa.



O documento ressalta que a testemunha possuía grande familiaridade com esse tipo de equipamento. Ela também informou possuir astigmatismo. Enquanto para ela os objetos pareciam alongados, outra pessoa presente teria percebido formas triangulares ou semelhantes a diamantes. O próprio relato admite que parte dessa diferença de percepção poderia estar relacionada ao astigmatismo. Após aproximadamente 20 minutos, as duas luzes desapareceram.
Pouco depois, porém, surgiu outra luz semelhante diretamente sobre a posição das testemunhas. Ela permaneceu visível por aproximadamente dez minutos e também desapareceu.
As luzes descem para muito perto do solo
O episódio ficou ainda mais estranho entre 22h00 e 23h00.
A testemunha observou outra luz semelhante a aproximadamente 600 metros a leste de sua posição. Ela estimou que o objeto luminoso estivesse inicialmente a aproximadamente 500 pés — cerca de 150 metros — acima do veículo.
A luz então aparentemente começou a se deslocar na direção dos observadores, até parar a aproximadamente 400 metros de distância.
Em seguida surgiu uma segunda luz não identificada, que também avançou na direção da primeira e parou próxima dela.
É nesse ponto que aparece uma das informações mais impressionantes do FD-302: a segunda luz parecia estar aproximadamente 6 pés acima do solo. Isso corresponde a cerca de 1,8 metro de altura.
Portanto, segundo o depoimento registrado pelo FBI, pelo menos uma das luzes não estava simplesmente atravessando o céu a grande altitude. O observador interpretou sua posição como sendo extremamente próxima do terreno.
Enquanto observava essas duas luzes a leste, a testemunha percebeu pelo canto do olho outra luminosidade descendo de altitude.
Essa terceira manifestação teria parado em uma espécie de leito ou canal seco (“dry wash”), localizado aproximadamente 100 metros atrás deles.
A fonte luminosa propriamente dita não podia ser vista diretamente, mas era possível perceber o clarão produzido dentro do canal. Mais significativamente, o depoente declarou ter observado esse brilho se movimentando pelo interior do leito seco.
Os observadores então entraram no veículo e dirigiram até a próxima interseção, tentando conseguir uma posição melhor para observar as luzes situadas a leste. Quando chegaram, porém, elas haviam desaparecido.
Eles retornaram ao ponto original, mas não conseguiram localizá-las novamente. Uma das testemunhas caminhou entre 10 e 20 metros para longe do veículo, enquanto a outra permaneceu próxima ao carro.






A anomalia de 25 minutos
É nesse momento que o documento registra outra ocorrência incomum.
A testemunha ajustou o filtro de seus equipamentos de visão noturna para conseguir olhar seu relógio de pulso. Pela memória do depoente, o relógio indicava aproximadamente 1h00 da madrugada.
Ao voltar ao veículo, verificou o celular.
O telefone marcava 00h40.
Ele então comparou cuidadosamente os horários e descobriu que seu relógio estava 25 minutos adiantado em relação ao celular e ao relógio digital do veículo.
A outra testemunha possuía um relógio digital, que apresentava o mesmo horário dos celulares e do automóvel.
Assim, entre todos os dispositivos disponíveis no local, apenas o relógio mecânico/analógico apresentava a discrepância.
O depoente explicou aos agentes que possuía aquele relógio havia aproximadamente cinco anos e que, durante todo esse período, ele jamais havia apresentado uma diferença superior a aproximadamente 60–90 segundos.
Mais importante: ele se lembrava de ter conferido o relógio por volta das 22h00 daquela mesma noite, quando ele ainda estava correto.
Portanto, segundo seu depoimento, a diferença de aproximadamente 25 minutos surgiu durante o período em que ocorreram as observações das luzes.
Ele decidiu não corrigir imediatamente o relógio. Durante as 24 horas seguintes, verificou se o mecanismo continuaria funcionando de maneira irregular. Estava tudo normal. O relógio voltou a marcar o tempo normalmente, porém permaneceu aproximadamente 25 minutos adiantado.
Por que a testemunha considerou as luzes anômalas?
Na terceira página, o FBI registra informações importantes sobre a capacidade da testemunha de reconhecer objetos astronômicos e aeronáuticos comuns.
O depoente afirmou ter passado bastante tempo em uma instalação — cuja identificação está censurada — observando o céu noturno. Por isso, declarou estar familiarizado com a aparência de: estrelas, satélites e meteoros, tanto a olho nu quanto através de equipamentos de visão noturna.
Segundo ele, aquilo que observou naquela noite era diferente de qualquer coisa que já havia visto.
Também descartou, com base em sua experiência, o comportamento típico de satélites. Satélites normalmente percorrem trajetórias relativamente lineares pelo céu, enquanto aquelas luzes teriam se movimentado, alterado suas direções e atingido altitudes extremamente baixas.
O documento volta a mencionar especificamente que algumas delas pareciam chegar a aproximadamente 1,80 metros do solo.
Há ainda um trecho parcialmente censurado relacionado à posição das luzes em relação às montanhas. O texto legível informa que as luzes de baixa altitude descritas pela testemunha teriam as montanhas como pano de fundo e estariam abaixo da linha relativa do horizonte.
Essa observação é relevante porque indica que, na interpretação espacial da testemunha, pelo menos algumas das luzes estavam realmente diante do relevo, e não simplesmente muito distantes no céu.
Outra parte censurada antecede a declaração de que aquilo que foi observado não correspondia a nenhum UAS — sistema aéreo não tripulado, isto é, drone — com o qual a testemunha estivesse familiarizada.
Além disso, ela não observou motores, rastro térmico ou som.
A testemunha também tentou localizar os objetos utilizando óptica térmica, mas não conseguiu detectá-los dessa maneira.
Nenhum efeito físico — e uma reação psicológica considerada estranha.
Os agentes perguntaram ainda sobre possíveis consequências físicas.
A testemunha afirmou não ter experimentado nenhum efeito fisiológico decorrente do episódio.
Também declarou que as observações não produziram medo ou agitação. A reação teria sido essencialmente de curiosidade.
Curiosamente, depois do episódio, as testemunhas conversaram sobre isso e, considerando suas respectivas experiências profissionais — novamente censuradas no documento —, acharam estranho o fato de não terem sentido medo ou ameaça durante os acontecimentos.
Ao final da entrevista, a testemunha forneceu seus dados de contato e declarou-se disponível para novos contatos dos agentes do FBI.
O que o documento efetivamente estabelece
É importante separar duas coisas. O documento não afirma que essas luzes eram extraterrestres, tampouco apresenta uma conclusão do FBI sobre a natureza dos objetos. O próprio rodapé padrão do FD-302 deixa explícito que o formulário contém o registro das informações obtidas e “não contém recomendações nem conclusões do FBI”.
O que torna o caso interessante é o conjunto de características relatadas: múltiplas luzes vermelhas; longa duração; mudanças de direção; observação tanto a olho nu quanto por visão noturna; aproximação aparente até cerca de 1,8 metro do solo; ausência de ruído, exaustão ou rastro; impossibilidade de observação através de óptica térmica; e uma discrepância de aproximadamente 25 minutos surgida em um relógio mecânico durante o período do encontro.
Ou seja, o FBI não está certificando que ocorreu um fenômeno extraordinário. Está documentando formalmente o depoimento de uma testemunha aparentemente experiente que declarou ter observado fenômenos que não conseguiu identificar nem associar a satélites, meteoros ou sistemas aéreos não tripulados conhecidos por ela.
Fonte: war.gov

